Astrologia



Por muitos anos, durante a antiguidade, os homens acreditaram que a magia se misturava aos acontecimentos diários. Eles imaginavam que ela interferia nas colheitas, na confecção de armas e no afastamento das doenças.
Os sacerdotes antigos dedicavam seu tempo no estudo das estrelas e naquela época já podiam prever os eclipses. Por acreditar que o futuro estava ligado à posição dos astros, o povo acreditava fielmente que estes homens podiam também predizer o futuro.
Descobriu-se que ela já existia na Mesopotâmia trinta séculos antes da era cristã. No século VI a.c. atingiu a Índia e a China; na Grécia durante o período Helênico, quando foi transmitida aos romanos e aos árabes, chegando aos caldeus e os egípcios. Os egípcios, excelentes astrônomos e astrólogos, descobriram que a duração do ano era de 365 dias e ¼ e o dividiram em períodos de doze meses de trinta dias cada, com cinco dias excedentes.

Foram os gregos que aperfeiçoaram a Astrologia dois séculos antes da nossa era, e nesse tempo já estudavam as cartas natais exatamente como fazemos hoje. No tempo de Carlos Magno, a Astrologia se espalhou por toda a Europa.

Hoje a Astrologia é mundialmente conhecida e, embora negada por uns, tem o respeito da maioria, sendo gradualmente despida de suas características de adivinhação, para ser considerada como um ramo de conhecimento respeitável tanto quanto a psicologia e a psicanálise.
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