sexta-feira, 24 de outubro de 2008

REFLEXOLOGIA PODAL

Terapia Complementar Podal

Você já percebeu que enorme variedade de métodos terapêuticos existem hoje em dia? E o mais interessante é que continuam sendo difundidas novas modalidades, além de outras até então desconhecidas. Por causa disso, algumas pessoas me dizem que os “inventores” das técnicas e quem as aplica são espertalhões, criadores de maneiras diferentes de ganhar dinheiro às custas de quem é influenciável, e, muitas vezes, encontra-se em desespero, sofrendo de males difíceis de serem identificados e tratados pela Medicina Convencional. O argumento que costumo apresentar a essas pessoas é o seguinte: se as práticas de terapias complementares fossem charlatanismo, estariam fadadas ao descrédito total e ao esquecimento, bem ao contrário do que se vê ocorrer. Antes, dizia-se que apenas quem era inculto “ia atrás dessas coisas”. Felizmente, a consciência da humanidade vem se aprimorando, o que nos tem proporcionado o reconhecimento de que há muitas coisas no Universo, ainda inexplicáveis sob o ponto de vista da lógica científica, mas que estão diante de nossos olhos, disponíveis para serem exploradas, porque são matizes da Mãe Natureza, da qual fazemos parte, queiramos ou não, e à qual é tão importante que nos reintegremos.
Há não muito tempo, eram usuais expressões como: medicina alternativa ou terapia alternativa. Tais terminologias provocaram reações por parte da comunidade médica, pois o adjetivo “alternativa” sugeria a idéia de escolha, por meio da qual, supostamente, as pessoas seriam induzidas ao abandono das formas oficiais de tratamento médico, por vezes invasivo, medicamentoso (isto é, industrializado e artificial), optando-se por uma terapêutica “natural”. Com o objetivo de ser evitada essa interpretação imprópria e que nada tem a ver com a realidade, atualmente fala-se em “terapias complementares”, pois elas não devem ser entendidas como substitutivas, e sim como coadjuvantes, cooperadoras da Medicina Convencional, tendo em vista sua contribuição para a melhora da condição de saúde integral do ser humano.
Entre as várias formas de terapias complementares, existe a Terapia Podal das Zonas Reflexas, mais conhecida como Reflexologia.
Na Antigüidade, na China, na Índia e no Egito já havia técnicas para tratamentos que utilizavam pressões nos pés. A atual Reflexologia foi adaptada a partir daqueles conhecimentos milenares, aos quais foram acrescidas informações decorrentes dos avanços das Ciências (Biologia, Medicina, Anatomia, Química, Física, Psicologia etc.) e da compreensão do homem como um grande complexo energético, que não se restringe à matéria que compõe seu corpo.
O princípio fundador da Reflexologia é de que nos pés existem inúmeros pontos (Zonas Reflexas), que correspondem às diversas partes do organismo. Quando esses pontos são tocados, podem ser detectados focos de carência, excesso ou estagnação de energia. Ao serem estimulados esses mesmos pontos, é possível orientar a redistribuição da energia por todo o corpo, fazendo-a circular. Tal circulação possibilita a restauração do equilíbrio energético físico, que resulta, na maioria das vezes, no conseqüente estímulo para o início do processo de equilíbrio emocional.
A Reflexologia é uma massagem por pressão, realizada nos pés e tornozelos. Entretanto, existem alguns casos em que a terapia é aplicada nas mãos, quando o paciente possui ulcerações, sofre de problemas vasculares crônicos ou agudos nos membros inferiores (tromboses, por exemplo), ou quando é intolerante ao toque nos pés, estando impossibilitado, por esses motivos, de ser manipulado nessa região ideal. Particularmente, nas poucas vezes em que precisei fazer aplicações nas mãos, não obtive resultados tão expressivos quanto aqueles que venho conseguindo por meio do toque nos pés.
Existem pessoas que imaginam não serem capazes de se permitirem um tratamento por Reflexologia, já que referem cócegas insuportáveis nos pés. Eu imaginava o mesmo antes de me submeter ao tratamento... Acontece que a Reflexologia não usa um toque sutil, mas pressão vigorosa, e é por esse motivo que até mesmo as pessoas mais coceguentas, como eu, não sentem esse desconforto.
As mãos são os únicos instrumentos utilizados pelo terapeuta, em Reflexologia. Nenhum objeto metálico, de madeira, plástico, mineral ou qualquer outro precisa ser utilizado na prática. O princípio é este: a interação das energias do paciente e do terapeuta, por meio da manipulação direta, é o necessário e suficiente para o trabalho em prol da restauração do equilíbrio energético do paciente. Entretanto, existem terapeutas que se habituaram à utilização de massageadores, o que certamente deve trazer resultados.
Aqueles pontos em que há um desequilíbrio energético, normalmente se apresentam doloridos ao toque; porém, no decorrer do tratamento, e, na maioria das vezes, durante a própria sessão, a sensibilidade tende a diminuir e até mesmo a desaparecer, em função do restabelecimento da circulação da energia. Não é verdade que tem de haver dor para que o tratamento seja eficaz. Também não é correto pensar que a região em que não seja sentida dor está bem, não precisando de tratamento. O terapeuta saberá identificar os pontos que necessitam de maior atenção e neles dosar a pressão, com a finalidade de evitar que o paciente sinta desconforto. Além disso, a Reflexologia procura levar o paciente ao relaxamento, suprimindo a tensão, a contração causada pela dor.
A Reflexologia não faz diagnósticos. Diagnósticos de doenças são feitos exclusivamente por médicos habilitados. Contudo, após o diagnóstico médico, o Reflexólogo pode tratar a base energética da doença, o que em hipótese alguma substitui ou suprime o tratamento clínico ou cirúrgico indicado pelo médico. Conforme se disse anteriormente, a Reflexologia é uma terapia auxiliar e complementar, devendo, inclusive, ser aplicada com o conhecimento, e, se possível, com o consentimento do médico que acompanha a evolução da enfermidade (caso exista).
Em algumas condições agudas, a Reflexologia não deve ser aplicada. Por exemplo: se o paciente está em processo de AVC (Acidente Vascular Cerebral = “derrame”) ou TVP (Trombose Venosa Profunda), o estímulo energético nos pés pode provocar o deslocamento de coágulos, vindo a agravar o quadro da vítima. Outra ilustração: a febre é indício de alguma perturbação orgânica, e, por isso, é um sinal importante para o médico, a fim de ele poder fazer o diagnóstico de uma doença; quando uma pessoa febril é tratada pela Reflexologia, a circulação energética pode “mascarar” ou até mesmo suprimir a febre, impedindo o médico de fazer um diagnóstico preciso do mal que acometeu o paciente. Na enorme maioria dos casos, porém, a Reflexologia é uma terapia completamente segura, que, como já se disse, pode auxiliar no restabelecimento da saúde física e do bem-estar emocional. A ela podem submeter-se pessoas de todas as faixas etárias. Aconselha-se, inclusive, que o paciente prestes a ser submetido a certas intervenções cirúrgicas seja tratado previamente por meio de Reflexologia, o que lhe trará benefícios energéticos suplementares, ajudando o organismo tanto no decurso do processo operatório, quanto no período de convalescença.
Durante a sessão de Reflexologia, embora o paciente possa vir a manifestar emoções, não é função do Reflexólogo interferir nesse campo, e nem deve fazê-lo. Problemas emocionais devem ser tratados por psicólogos, psicanalistas ou outros profissionais competentes para lidarem com esse aspecto do complexo humano. Contudo, o terapeuta que sabe apenas ouvir prestará mais um grande serviço ao paciente, uma vez que, nos dias em que vivemos, em que todos têm tanta pressa e pouco tempo para acolher o outro, é freqüentemente difícil encontrarmos alguém com disposição para ouvir-nos com imparcialidade e com o coração aberto.
As sessões de Reflexologia normalmente duram um período aproximado de 50 minutos, completamente suficiente para que sejam estimuladas todas as zonas reflexas convenientes ao tratamento. Porém, crianças costumam manifestar impaciência, fato que justifica, por vezes, a necessidade de redução do tempo da sessão.
Existem pacientes que têm uma resposta imediata, observando efeitos logo após a sessão ser concluída, ou mesmo no decurso dela. Porém, essa é uma questão muito individual, pois outras pessoas necessitam de mais sessões para que os resultados sejam percebidos. Se existir alguma enfermidade, o resultado também dependerá do tipo da moléstia e do estágio em que se encontra. É importante salientar que a Reflexologia pode ser agregada a um processo terapêutico mais abrangente, envolvendo, às vezes, além da Medicina Convencional, que é a base, a Psicoterapia e outras Terapias Complementares (Fitoterapia, Homeopatia, Acupuntura, Florais, Cromoterapia etc.), todas elas colaborando para o mesmo fim.
No que se refere à quantidade de sessões necessárias, ela depende do problema do paciente, da confiança que ele deposite no tratamento e de sua disposição para atingir o objetivo de ter o restabelecimento de seu estado de equilíbrio. Existem pessoas que querem resultados imediatos ou desejam que sua doença seja curada, o que nenhuma terapia idônea pode garantir, embora todo o intento seja dirigido para esse fim. Independentemente dessa questão, eu aconselho ao paciente que concorde em submeter-se a 4 sessões consecutivas e sem interrupções, uma por semana. Após esse período, dependendo da disposição pessoal para a continuidade do tratamento, pode haver um espaçamento entre as sessões, que passam a ocorrer a cada 15 ou 30 dias. Esta é uma medida profilática, visando à manutenção das conquistas obtidas no tratamento inicial.
Muitas vezes, as terapias complementares são entendidas como práticas ligadas a diversas correntes místicas e religiosas, pelo fato de nem sempre seus efeitos já terem uma explicação científica. Porém, isso não significa que tenham, necessariamente, algum vínculo com o mundo sobrenatural. As crenças religiosas não devem ser apresentadas como origem de um suposto poder sobrenatural de que o terapeuta estaria investido. Tanto o terapeuta quanto o paciente podem manter suas crenças ou descrenças, sem que o trabalho da Reflexologia seja afetado por esse aspecto. Gosto de enfatizar isto porque muitos pacientes fogem das terapias complementares quando ficam sabendo de haver uma aura misteriosa e sobrenatural envolvendo o terapeuta ou a terapia. O mais importante, em meu ponto de vista, é oferecer aos pacientes, sobretudo àqueles mais exigentes quanto à objetividade, isto é, aos que sentem dificuldade na aceitação dos fenômenos metafísicos, uma maneira bem palpável de sentirem os efeitos da harmonização energética que a Reflexologia pretende alcançar.


Ricardo Gonçalves
(Mestre em Filosofia, Practitioner em Programação Neurolingüística, Reflexólogo com formação em Artes Corporais Chinesas [Qi Gong] e Florais de Bach)
Telefone: (11) 7459.7878
E-mail: ricardoprofilo@yahoo.com.br

terça-feira, 7 de outubro de 2008

TERAPIAS CORPORAIS

Olá meus amigos(as), vamos refletir e ao mesmo tempo fazer um exercício hoje? Podemos? Ok, se a rsposta for afirmativa então continuemos! Bem, vamos começar fazendo uma série de exercícios fisionômicos hoje. Que tal pensarmos numa expressão de alegria? Ou melhor, tente fazer essa expressão agora, neste momento, e ai? Que tal agora mudar para uma expressão de raiva? - E agora o que você sentiu? Dentro de você veio junto toda aquela emoção que esses movimentos trazem? Como você se vê de frente a um espelho fazendo essas expressões? Já refletiu sobre isso?
Agora vamos refletir sobre mais uma coisa: Quantas pessoas nós vemos diariamente e quanto tempo reservamos para observá-las dentro do nosso cotidiano, afim de olharmos atentamente para seus rostos e corpos e lermos as expressões contidas em cada uma das suas musculaturas? Poucas serão as respostas afirmativas a essa pergunta, pois como dizia Wilhelm Reich ( criador das psicoterapias corporais): O ser humano está tão envolvido com o seu cotidiano que esqueceu de si mesmo e dos outros, não temos a percepção das coisas à nossa volta, focalizamos nossa atenção nos problemas diários, esquecemos que somos seres emocionais vivendo em comunidade e interagindo em fluxo contínuo uns com os outros. Em suas obras, Reich admitia que os nossos traços de caráter ficavam "impregnados" na nossa musculatura corporal assim como uma armadura que fica sobre a pele afim de preteger-nos de qualquer agressão, tal qual é nosso caráter, ele se forma apartir das tensões musculares que a repressão imposta por nós ou pela sociedade inflige ao nosso comportamento natural refletindo assim no nosso corpo. Nosso verdadeiro eu está muito além daquilo que mostramos a nossos amigos, vizinhos, esposo, esposa, enfim, está muito além da maneira que nos apresentamos ao mundo. Nosso eu verdadeiro é fragil, cheio de conflitos, precisa ser protegido desse mundo onde todos julgam, condenam, analisam e fiscalizam uns aos outros, nossa expressão natural deve e tem que ser contida a todo custo. Por isso do uso de máscaras ou armaduras!!
Portanto a nossa armadura (defesa, musculatura...) se adequa ou melhor dizendo, se modela as situações traumáticas levando-nos a formar um traço de caráter distinto, e essa armadura tal qual uma roupa, molda-se ao nosso "jeito" de nos expressar socialmente, aquele jeito que queremos que todos nos vejam. Em síntese: Nós temos a tendência de nos mostramos ao mundo de forma que agrade a todos em detrimento da nossa espontaneidade, então criam-se algumas armaduras que farão a inteface entre a imagem falsa que queremos mostrar a sociedade e a imagem que a agrade. Portanto surgem assim armaduras rígidas assim como o ferro é, outras se mostram autoritárias, alguns submissas, outras apáticas, mas tudo isso simplesmente porque dentro de nós existe algum tipo de medo ou contenção que nos obriga a mostrar-nos através de papeis socialmente aceitos, só que o corpo registra tudo isso em forma de tensões e marcas na fisionomia ou em outra parte da nossa anatomia. Vou dar um exemplo bem específico: Geralmente as pessoas que tem a mandíbula muito pronunciada, são pessoas que quando crianças foram impedidas de expressar o choro e quando se viam impedidas disso, ao fazerem a caricatura típica do choro prendiam essa musculatura afim de conté-la para não chorar. Wilhelm Reich dizia que quando somos impedidos de fazer alguma ação, esse impulso do movimento retraído da caricatura associada a emoção faz com que os músculos associados se "congelem" naquela posição formando um traço característico da retenção muscular daquela ação fazendo com que a fisionomia da pessoa quando em estado de relaxamento se torne a caricatura exata daquela emoção associada e que foi reprimida. Essa "estagnação" energética não se dá do dia pra noite, precisa é claro que a pessoa passe por vários eventos similares para que se forme dentro da sua forma física esses traços de contenção, criando assim uma armadura ou couraça assim como reich afirmava: Será essa a nossa forma de expressão, de interação que irá entrar em contanto com o mundo. Dentro desse modelo, podemos descrever vários outros exemplos de armadura criadas por traumas na infância tais como: Retenção dos ombros( medo infantil de cair), retenção de pelve(caráter anal), contenção da musculatura da testa(sustos contínuos), cifoses pronunciadas, lordoses, escolioses etc.. Todas elas com uma história a contar.
Quem nunca se deparou com alguém que aparenta ter uma fisionomia de tristeza permanente mesmo que naquele momento não esteja triste? Quem nunca se deparou com alguém com o tórax estufado aparentando arrogância? Aham, agora você deve está pensando em inúmeros tipos conhecidos que talvéz tenha alguma semelhança com os caracteres descritos acima não?
Pois é, temos que ter a percepção para notar a sutil diferença entre o que somos e o que aparentamos ser, todo mundo tem duas máscaras, aquela que nos apresentamos ao mundo e outra que apresentamos a nós mesmo na nossa intimidade. Só que a máscara social que temos que colocar todo dia é algo anti-natural e tudo o que não é natural está propenso a nos fazer mal, não existe máscara que nos satisfaça, assim , tomando o exemplo de uma armadura, todos nós sabemos que essa peça medieval é algo muito desconfortável, alguém já parou pra pensar como deve ser ficar dentro de uma peça de ferro que não tem maleabilidade, que pesa mais de cinquenta quilos e que temos que carrega-la para onde formos afim de nos proteger? Com certeza ela nos fará sofrer muito, não podermos ficar confortáveis ao sentar, ao comer, ao fazer amor, ao conversar... Isso deve nos trazer uma angústia incomensurável aquela angústia que nos faz perder a razão. Mas é isso mesmo o que acontece conosco todos os dias, essa armadura tende a provocar angústia, depressão, neuroses, chega um dia em que essa armadura enferruja e se parte ao meio provocando assim explosões de fúria, assassinatos, estupros os quais estamos acostumados a ver constantemente nos folhetins e jornais diários. Porém quando vemos essas notícias lamentamos e não acreditamos do porque que isso aconteceu, se fulano de tal era um bom vizinho, um ótimo colega de trabalho um bom marido. Como isso pôde acontecer meu Deus??? É que a energia que estava contida tinha que sair de qualquer forma, assim como a pressão dentro de uma panela.
Esses fatos ocorrem diariamente simplesmente porque nossa sociedade sofre de inúmeras doenças e não há uma profilaxia social afim de "curar" esse homem , pois essa doença vem lá do berço desde as primeiras fraldas trocadas que nos ensinam que temos que ser aquilo que nossos pais, nossos avós querem, que temos que cumprir as obrigações sociais a contento para não infrigirmos as leis sociais que determinam nossas vidas, ai que começa o erro, nossas tendências naturais não podem ser vistas, notadas, expressadas, a criança descobre que fingir é bem aceito pelas pessoas e parte para essa estratégia, ela cria sua armadura, vai construindo parte por parte dessa indumentária que vai moldando-se ao seu "corpo" tornando-se ajustada em todos os seus centímetros afim de satisfazer não a si mesma mas ao outro, é a pura negação da individualidade, a separação do eu, o ser humano passa a não se conhecer, vive uma fantasia achando que e algo mas que não é, ai vem o caos, as emoções não acompanham essa dissociação, a doença chega, os mais graves transtornos psicóticos afloram, as crises de violência emergem e vemos os mais absurdos crimes acontecerem diariamente.
Wilhelm Reich admitiu antes de sua morte que existe uma energia primordial, a qual denominou "orgone" e que ela permeia nosso organismo e vitaliza-o energeticamente todos os dias mas que em certas circunstâncias essa energia também estagna, estagnação essa que se dá justamente no músculo envolvido com a tal armadura, formando o que ele chamou de couraça do caráter, lembra daquele exemplo da fisionomia de choro? No qual o sujeito expressa essa emoção mesmo que inconscientemente ele consiga relaxar seu rosto? Pois bem, ali se encontra , naquela musculatura a estagnação energética de um conflito que surgiu a décadas e que deve ser dissolvida pelas massagens terapêuticas, mas não é uma simples massagem e sim um conjunto de técnicas que visam dissolver o anel que se forma em alguns segmentos do corpo. Somente com essa dissolução e posterior liberação da energia estagnada é que o sujeito em questão pode relembrar do evento há muito tempo possivelmente esquecido. Nas manobras terapêuticas corporais, muitas pessoas relembram fatos ocorridos na mais tenra infância, eventos que não conseguiam acessar pela memória cerebral, mas que foram resgatadas pela memória corporal trazendo a tona todas as emoções contidas naquela expressão fisionômica antes estranha a nossa visão. O poder da massagem em liberar o fluxo contínuo dessa energia faz com que aquela expressão patológica desapareça e dê lugar ao livre movimento daquele músculo envolvido e como disse antes, libere a emoção contida nele gerando prazer onde antes havia angústia.
Portanto, infelismente ainda vemos as terapias atreladas ao nível verbal, não nos preocupamos em "ler" a linguagem corporal, a maneira como seu paciente se apresenta a você no seu consultório, sua postura, como se senta, como se expressa, como reage as suas perguntas, colocamos nosso foco de atenção as palavras e esquecemos do restante do conjunto, confiamos que nosso paciente vai ser sincero conosco, que se ele nos procurou é porque precisa e pronto! Grave erro esse tipo de pensamento, pois por incrível que pareça, muitos pacientes que nos procuram escondem seus reais motivos sejam lá quais forem: Por medo, timidez, vergonha do que está lhe afligindo e acabam não se abrindo . O fato é que muitos vem a nós de uma forma rápida e da mesma forma somem sem dar explicação e acabamos não entendendo o porquê, preferimos creditar esse fato a melhora dos sintomas, pouco dinheiro para as sessões etc e etc... Porém o que nosso paciente queria mesmo é ser entendido, ter seus sintomas eliminados ou minimizados, quando não conseguem se fazer entender pelo terapêuta, ou quando suas palavras não são suficientes para contar aquilo que está passando consigo, simplesmente vão embora e não aparecem mais.
A armadura, essa couraça do caráter se bem vista pelo terapêuta, se bem detectada através dos pontos de tensão, pode servir como um texto inteiro sobre a vida e personalidade desse nosso paciente sem que ele precise ao menos, se abrir ao ponto de provocar angústia e uma miscelânia de emoções desagradáveis que somente a terapia verbal proporciona, ao contrário das sensações de lembranças que o carinho do toque pode trazer a tona e que, através desse mesmo toque resignificá-las sem se sentir dor.

Por: Ricardo Denysard Correia Godoy

domingo, 28 de setembro de 2008

O que é a saúde afinal?


A Organização Mundial de Saúde define saúde como sendo um estado de bem-estar físico, mental e social. Embora seja um conceito absolutamente aceito pela nossa sociedade, isso ainda omite de fato, o lado espiritual da vida, onde existe uma necessidade fundamental do ser humano compreender melhor o seu papel no mundo e na expressão da vida.

Os chineses têm uma bela imagem de um homem que se move entre as forças do céu e da terra com o objetivo de permanecer em harmonia com ambos. Esse é o verdadeiro sentido da vida do ser humano atuando e interagindo com as forças do Universo.

O ser, deve sob esse aspecto, ser tratado como um todo, e não apenas como sintomas aparentes do que chamamos de síndromes ou patologias, mas sim como tendo dentro de si um universo contido, e que de alguma forma se encontra em desequilíbrio, entre suas forças do céu (espírito) e terra (corpo).

Esta concepção de saúde, de acordo com a Dra. Jane Rider-Patrick, também inclui a experiência da doença e da morte que, não necessarimamente, são inimigos que devem ser atacados e eliminados a qualquer custo. A doença pode ser um mestre, como também uma fonte de força e crescimento.

A dor, ao contrário do que se pensa, não deve ser considerada como um mal a ser suprimido, mas sim, um sinal de que a nossa alma não se encontra de acordo com alguns de nossos atos e pensamentos, portanto um aviso a ser considerado.

O que ocorre habitualmente, é uma condição de tratamentos, onde nada disso é levado em conta, e somente as dores, são tratadas, e no máximo, os órgãos que as promovem

E qual a melhor maneira de se chegar a esse reencontro do corpo, mente e alma?

É aí, exatamente aí, que deveria entrar o papel de um terapeuta, realmente atuante, capaz de compreender essa disfunção, e levar o paciente a encontrar o seu próprio caminho da cura.

Infelizmente o que temos visto, atualmente, é o tratamento sintomático sendo realizado largamente tanto por médicos, como pelo que chamamos de "terapeutas complementares", que apesar de se utilizarem de técnicas mais naturais e menos agressivas que a alopatia, não se preocupam em nada mais além, do que o que se resume a sintomas patológicos.

Buscam suprir a dor, ou a doença, sem se atentar em momento algum à verdadeira causa dessas disfunções, que tanto atormentam a vida.

É justo, gerar essa dependência terapeuta-paciente, ou seja, tratar a dor, e a cada vez que surgir novamente, a técnica entra em ação, em detrimento da verdadeira compreensão da circunstância ?

Essa compreensão só poderá ocorrer no momento em que o paciente atentar para a própria vida, e sua responsabilidade para com ela.

Todo terapeuta, seja qual for a sua técnica utilizada, deveria ter a responsabilidade de abrir os ouvidos e os olhos, para as entrelinhas das queixas dos pacientes. Todo terapeuta, deveria desenvolver mais os seus dons de sensilibidade para que possa compreender o paciente, e levá-lo a uma compreensão maior sobre si mesmo.

A doença vem, quando a alma se sente infeliz. Quando nossa mente se desvia do seu caminho de evolução. A alma é silenciosa, e embora não se veja e nem se possa tocá-la fisicamente, ela mostra os seus desejos e insatisfações através do corpo.

A verdadeira terapia, consiste em lidar com essa leitura, e apoia o paciente na busca de si mesmo, para que então a doença não retorne, nem mesmo com outra aparência.

Conforme o próprio C. G. Jung afirmou, que todos os seus pacientes acima de quarenta anos de idade, não havia nenhum cujo problema não fosse, essencialmente, religioso em sua natureza. Ou seja, o que é a religião, senão a ligação entre o homem e o Divino? Ou mesmo, como mostram os antigos chineses, a ligação entre o céu e a terra? No instante em que há essa ruptura, nosso corpo responde no mesmo momento, e aí, as portas se abrem para as doenças, que nada mais são do que a sinalização da infelicidade da nossa alma.

Isso deve ser percebido pelo terapeuta, para que consciente dessa realidade, instrua o paciente a buscar o seu próprio caminho que deve ser individual e sem dependências.

As terapias não deveriam ser utilizadas apenas para a supressão da dor física, mas sim para a conscientização do paciente quanto a sua responsabilidade para consigo mesmo.

É preciso modificar alguns padrões de comportamentos terapêuticos, onde só o que é visado é a comprovação científica de alguns fatos, onde em nada é levado em conta a verdadeira situação do paciente.

A consicentização do problema é a melhor maneira de se educar para a saúde.

Nós como terapeutas, temos a obrigação de aceitar essa realidade. Fazendo a nossa parte, tirando a dor, porém mostrando de alguma maneira ao paciente, a necessidade de ouvir a voz da sua própria alma, pois é nela que se encontra o caminho da verdadeira saúde, paz e felicidade!

Sandra Baptista - Terapeuta Complementar


Texto inspirado no livro: Guia Prático de Astrologia Médica - Dra. Jane Rider-Patrick - Ed. Record


sábado, 27 de setembro de 2008

E por falar em acupuntura....




O que dizer da acupuntura? Essa técnica tão divulgada mundialmente, já aceita pela ciência como terapêutica válida, o que dizer dessa arte da cura? O que falar sobre ela que já não saibamos?
Vou me atrever a ser mais um a dar um pitaco sobre esse tema, sem querer ofender outras visões e outros campos de pensamento sobre a arte de curar alguém.

A acupuntura como técnica terapêutica é válida para o tratamento de várias enfermidades, porém o que temos que questionar é a forma como ela é utilizada como tratamento hoje em dia pelos demais profissionais da área da saúde, a forma atual da acupuntura é realmente a forma utilizada pelos grandes mestres da antiguidade?
Enquanto pensamos vou tomar a liberdade de colocar minhas reflexões aqui acerca desse assunto.
A acupuntura e a forma como ela é praticada hoje em dia é radicalmente contrária ao pensamento dos povos antigos, basta refletir que veremos, por exemplo: Prescrições de pontos fixos, cada um com uma função terapêutica, como por exemplo VC4 para nutrir o yin do rim , está mais para prescrição alopática que para prescrição energética pois quando vamos a um médico e ele receita um comprimido afim de aliviar os sintomas de uma moléstia ele estará praticando o pensamento típico da medicina ocidental que é a remissão dos sintomas, portanto qualquer semelhança nesse pensamento com o pensamento de: Ponto tal serve pra isso, ponto tal serve pra aquilo, como mostrado no exemplo acima será mera coincidência.
A acupuntura dos antigos meus caros leitores, era vinculada a astrologia, a relação dos planetas com a terra e com os povos era o caráter principal do pensamento chinês quando se tratava de medicina, a natureza e sua relação com o ser humano. Os pontos de acupuntura eram vistos como locais onde o "sopro" primordial trafegava, os locais onde ele se aglutinava , se dispersava, se amontuava, esses locais sofriam influências dos céus e da terra, a cada horário esse sopro percorria uma certa distância pelo corpo que refletia diretamente com a manutenção do bem estar físico e mental, se a pessoa não estivesse com vida em harmonia com os céus e a terra, esses canais se obstruiriam ou se esvaziariam gerando asssim a descompensação energética e aparecia a doença como fator determinante de aprendizado forçando a essa pessoa a aprender a viver em relação recíproca de harmonia com as energias do cosmos. Era uma lição que o divino dava aqueles que não soubessem ainda a fórmula da paz pessoal, a fórmula do amor, a fórmula da inserção e aprofundamento junto a natureza, era a maneira da vida ensinar! E essa descompensação gerava no indivíduo a vontade, a força propusora de querer encontrar a harmonia a compensação entre ele e o cosmos, a harmonia entre ele e as forças da vida, essa vontade de aprendizado fazia com que a pessoa encontrasse a verdadeira essência antes perdida, a lição era dura para aqueles que não tivessem interesse em procurar melhorar. A acupuntura nasceu nesse bojo, nesse meio, nasceu como forma de cura através de finissimas agulhas onde alguém vindo de fora inseria na pele do doente e esta desobstruia o fluxo estagnado de energia no corpo humano através apenas da força de pensamento do curador que impregnava a ponta da agulha com seu desejo, sua intenção em curar aquele paciente que esqueceu quem é em essência.
Então durante os milênios a acupuntura formou um corpo de aprendizado, teórico complexo, onde unia-se a astrologia com seus ramos e troncos norteando todo e qualquer tipo de terapêutica, os pontos estavam abertos ou fechados dependendo do mês, da estação climática e outros fatores cósmicos, e assim ela permaneceu por milênios até ser descoberta pelo homem moderno, este que já nao acreditava mais no poder da religião, de deus, das forças da natureza, homem esse que acreditava somente numa coisa, na sua capacidade analítica e do seu racíocinio lógico, raciocinio essa que aboliu todo e qualquer influência exotérica que estivesse atrelado a rituais ditos ocultos, sem comprovação clara e objetiva, compravação que satisfizesse seu entendimento racional e objetivo - A acupuntura tornou-se incompatível com esse novo modelo, ou ela mudava ou entao morreria e seria esquecido todo e qualquer traço da sua existência na terra.
O homem agora queria, exigia provas do que via, não creditava mais nos seus olhos, na sua intuição, na sua capacidade perceptiva, ele tinha que pesar, mensurar, dividir e estudar cada parte em separado para assim, poder acreditar naquilo que estava na sua frente, então dentro desse modelo nasceu a ciência, tudo o que não pudesse ser explicado por ela seria banido, seria relevado ao ocutismo, coisas sem importancias e falsas, charlatanismo. Então esse modelo de um grão, cresceu e tornou-se o parâmetro oficial de tudo que existe, não se poderia mais acreditar so por acreditar, os milagres eram fruto de alucinações , de causas desconhecidas e sem imprtância, causas naturais que não careciam de estudo, quem fosse pego praticando tecnicas não oficiais seriam acusados de charlatanismo podendo serem presos e condenados, a verdadeira ditadura cientifica estabeleceu-se onde tudo fora dela seria considerado ilegal, a astrologia que conviveu sob o seio da igreja católica foi banida por ela dentro do seu corpo de conhecimento, ficando apenas restrita a um grupo de iniciados os quais guardavam a sete chaves seus conhecimentos, hove uma verdadeira cruzada contra as ditas bruxas, as mulheres que por poder da intuição faziam milagres, pessoas não poderiam ser curadas por ninguém fora do corpo oficial de médicos ortodoxos que seguiam a cartilha da ciência, a coisa ficou descontrolada e dentro desse estabelisment a acupuntura começou a perder corpo, foi ficando esquecida na própria china, não havia mais interesse das pessoas em praticá-la, era agora questão de fé a cura através dessa técnica, praticava-a apenas os ignorantes e crédulos. O tempo passou houve a revolução comunista na china, o governo teve que reconhecer a acupuntura como técnica válida, tecnica que poderia ajudar a tratar a grande e imensa população daquele país que carecia de dinheiro e medicamentos, ela seria o modo mais barato de tratar a gigantesca população existente naquele continente, então o governo viu-se obrigado a fazer ressurgir das cinzas essa técnica. Porém, a ideologia comunista materialista de que deus era uma utopia e de que coisas que não pudessem ser explicadas dentro do campo da razão não seriam permitidas naquele novo regime tornou-se um quebra cabeças a ser resolvido pelo novo establishment chinês o qual inteligentemente resolveu adaptá-la a regras científicas o qual a tornaria aceita dentro da nova ideologia vigente, então juntou-se uma comissao de doutores os quais ficariam incumbidos de "enquadrar" a nova acupuntura a realidade científica mundial, essa comissão começou a retirar do escopo da medicina chinesa tudo o que fosse taxado de sobrenatural, tudo o que não fosse compreensível a mente humana, criou-se regras para os tratamentos não baseados no mapa natal astrológico e sim a remissão dos sintomas tal como a medicina alopática faz, surgiu então um corpo teorico chamado de padrões sindrômicos os quais baseariam-se nos sintomas do paciente que guiariam o terapeuta a fechar um diagnóstico dentro desse padrão e assim posteriormente chegariam-se a uma posterior prescrição de pontos fixos os quais fariam a regulagem "energética" do corpo humano. Muitos mestres nesta época não aceitaram essa nova medicina que estava surgindo e ao insurgirem-se sobre esse novo sistema muitos desses mestres foram mortos pelo governo e outros fugiram para o japão trazendo textos antigos que ainda hoje estão por lá, onde estebeleceram-se e passaram a escrever sobre a prática da medicina dentro dos padrões antigos. Logo os japoneses absorveram esses ensinamentos e criaram um corpo teórico totalmente diferente do corpo chinês, com apenas algumas particularidades similares, para os Japoneses os pontos fixos tão divulgados pela acupuntura tradicional chinesa nos atlas, eram diferentes, no Japão eles só estarão nos seus locais ditos canônicos ou seja fixos se o corpo estiver em harmonia pois quando há um desbalanceamento energético esses pontos mudam de lugar tornando impossível tratá-lo se baseando apenas na localização prescrita dos mapas, seu tratamento somente se dará apartir da sua localização na vizinhança do local de máxima dor ou entumecimento ou se acharmos uma depressão , significando que aquele ponto deslocou-se ao tornar-se patológico. Esse era um dos caracteres da acupuntura que foi trazida ao Japão pelos antigos mestres chineses, acupuntura essa que já não era uma acupuntura ancestral, já havia indícios de uma perda substancial de todo o conhecimento astrológico adquirido pelos mestres mais antigos, sobrou apenas uma leve referência a uma técnica que se perdera com o passar dos séculos.
Portanto, o mundo girou e chegamos aos tempos atuais onde a acupuntura hoje em dia tem o padrão sindrômico como base da terapêutica, muitos livros foram escritos sobre essa nova acupuntura pós-moderna, muitos palestrantes, muitos pesquisadores surgiram para autenticar e validar esse novo padrão, muito trabalho científico surgiu durante esse tempo mostrando que a acupuntura atua sobre o sistema vegetativo, circulatório, linfático etc...Tentamos diariamente adaptá-la aos nossos parâmetros de visão científica do mundo, ela tem a todo custo que ser inserida nele, o contrário não a validaria, muitos, mas muitos livros foram vendidos, muitas pessoas comprando esses novos conhecimentos e as editoras procurando a cada dia descobrir uma novidade a ser "vendida" ao consumidor, estrelas da acupuntura surgem palestrando pelo mundo afora, todos rezando a cartilha da acupuntura neurogênica, baseada em estudos científicos.
Porém um fenômeno muito interessante ocorre nesse meio, um fenômeno que poderia ser estudado pelo campo da psicologia, fenômeno esse que poderia se chamar de distorção perceptiva ou distorção cognitiva, o que é isso? Vou tentar explicar da melhor forma possível.
As pessoas que abraçaram a acupuntura como técnica dentro do seu campo profissional falam em manejo de energia, acupuntura energética, dizem aos quatro cantos da terra que praticam a verdadeira acupuntura. Porém esquecem-se que se eles mesmos pararem para analisar criteriosamente o que realmente são padrões sindrômicos descobrirão que pouco se tem de manejo energético nisso, se eu insiro uma agulha no IG11 para que ele dissipe o calor corporal qual a diferença de eu tomar umas gotas de novalgina? Estarei tratando os sintomas da febre, não o fator causal dela, manejo energético é colocar o corpo em harmonia com o céu e a terra e não simplemente suprimir sintomas. A acupuntura baseada em análise sindrômica não trata a raiz do problema, sindromes não são curadas com agulhas, tratamento sindrômico é eficaz somente com o uso de fitoterápicos, para isso que o padrão sindrômico nasceu, nasceu dentro da sociedade mongol e foi levada à China quando esse povo envadiu esse território - Porém aqui no Brasil com a legislação que não permite ninguém além de médicos de prescreverem medicamentos sejam eles alopáticos ou fitoterapicos adotamos o padrão mundial aceito, pois em alguns países, terapeutas podem utilizarem-se de fitoterápicos, então começou-se um processso de desinformação financiado pelas escolas de acupuntura aqui no Brasil para que não saibamos disso , ensinam nelas que sim, que podemos tratar qualquer pessoa com agulhas utilizando o padrão sindrômico como modelo, criou-se uma mentira em prol de fazer com que o aluno pense errado sobre a técnica que se está utilizando, fazendo com que ele pense que o padrão sindrômico foi feito exclusivamente para o uso em conjnuto com a acupuntura, quantos de nós sabem dessa informação? Quantos de nós desistiria de praticar a acupuntura se tivesse que antes fazer um mapa astrológico do seu paciente, fazer aqueles cálculos do nascimento , hora, dia do seu paciente? O que o paciente iria dizer se no consultório do terapeuta, sob sua mesa, visse um mapa do céu riscado, unindo os signos e os planetas? O que dirá o paciente se visse na mão do acupunturista uma agulha e ao se ao olhar para ele visse uma postura de meditação, com olhos fechados e respiração ritmada? Cada um que tome as suas conclusões sobre essas perguntas, mas aposto que não serão conclusões muito boas!
A desinformação e falta de vontade das pessoas em pesquisar, de contestar o que é dito, ensinado, faz com que surjam a cada dia muitas técnicas criadas por pessoas "espertas" afim de criarem necessidades desnecessárias, essas mesmas pessoas "espertas" escrevem livros e mais livros que encontram pessoas que os compram, mais tarde esse escritor vai dar palestras, torna-se uma estrela aclamada no mundo da acupuntura e todos ficam felizes e o mundo gira e todos continuam tocando suas vidas. Parece que essa é a lei vigente na nossa sociedade que perdeu à tempos a capacidade de analisar, procurar, se inquietar e enxergar com os próprios olhos.

Postado por : Ricardo Denysard C. Godoy

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Cromoterapia




















A cromoterapia é uma técnica apaixonante de tratamento, que se utiliza da cor e da luz com propósitos de cura.. Dentre todas as terapias vibracionais, esta é certamente a menos invasiva.

Praticada já entre os egípcios, caldeus, babilônios e chineses. Mais tarde entre os Gregos e romanos. Hipócrates, Pai da Medicina, já deixou escritos sobre tratamentos cromoterápicos em sua obra.
  • Sabemos que somos luz que vibra na mais baixa intensidade, criando as condições exatas para que surja o corpo físico. A aplicação das cores altera ou mantém as vibrações que nos proporcionam saúde, pela capacidade de regeneração que a energia luminosa possui e a ação vibracional que as cores nos proporcionam. Nossos corpos, por um princípio ativo selecionam e absorvem da luz do Sol as vibrações das cores necessárias para o próprio equilíbrio. A cor e a vibração estão intimamente relacionadas com a fisiologia do corpo.

    Em 1920, o Dr. Dinshah P. Ghadiali, médico indiano que dedicou sua vida as pesquisas do que chamou de Spectrocromometria, fundou a Dinshah Health Society,contribuindo assim para aliviar o sofrimento humano.

    Cada cor, emana uma propriedade característica. Por exemplo:

    O vermelho é estimulante, melhora a circulação sangüínea.

    O laranja possui propriedades descongestionantes.

    O amarelo, é um excelente estimulante do sistema linfático e do trato intestinal.

    O verde-limão, nutre e repara as células. Estimula o cérebro.

    O verde, é um equilibrador das funções cerebrais e do corpo físico em geral.

    O azul-turquesa, constrói a pele. Cura lesões de pele produzidas por queimaduras graves.

    O azul, é ideal para para tratar: medo, tensão, taquicardia, bem como proporcionar alívio para a insônia.

    O índigo, aumenta o número de glóbulos brancos no sangue.

    O violeta é um bactericida e higienizador de feridas. Tem um efeito tranqüilizador sobre o sistema nervoso.
Conforme afirma o dr. Jacob Liberman, pioneiro da fototerapia, a luz é realmente o remédio do futuro.
Seja bem-vindo ao mundo da Luz e da Cor!!!!


(Fontes de Pesquisa: Um Guia Prático de Medicina Vibracional – Dr.Richard Gerber – Editora: Cultrix; Cromoterapia – Qualidades das Cores e Técnica de Aplicação – Moriel Sophia – Editora Rocca; Material didático Vida Klim.)


Sandra Baptista

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Espaço Kuan Yin



Este lugar está direcionado para publicar divulgações, idéias e artigos sobre Terapias Complementares

Olá, Seja muito bem vindo!!!

Este é o lugar para tratar do corpo e da alma!!!!